terça-feira, 23 de abril de 2013

O que é melhor na hora da lesão: bolsa de gelo ou de água quente?




Na tentativa de melhorar o próprio desempenho, é comum as pessoas submeterem o músculo a um esforço acima do normal e, consequentemente, interromperem a atividade física por conta de uma lesão. Neste momento é melhor pegar gelo e fazer uma compressa, ou ir atrás de uma bolsa de água quente? 


De acordo com a fisiologista Natália L. Reinecke, acertou quem escolheu a primeira opção. Colocar um pouco de gelo envolto em um pano (para não queimar a pele), ou segurar uma bolsa de gel com efeito gelado diretamente no local no momento em que a lesão acontece, irá aliviar a dor e diminuir o inchaço causado pelo trauma.

O mais indicado é que o atleta fique em repouso e coloque a bolsa de água quente no local somente depois que a fase aguda passar, o que pode levar alguns dias em certos casos. “O tratamento com o calor, ou termoterapia, é indicado para diminuir a dor, aumentar a flexibilidade dos músculos e diminuir a rigidez das articulações. Deve ser usada após a fase aguda de dor”, indica Natália.

Complicações - A troca na ordem dos procedimentos pode significar mais dor e um período de repouso maior. “O uso do calor provoca uma maior dilatação dos vasos sanguíneos no local, podendo piorar a dor e o edema quando usado durante a fase aguda da lesão”, explica a profissional.

Procedimentos - A primeira atitude do atleta assim que sentir o desconforto ou dor intensa é parar imediatamente de praticar a atividade física. Continuar a forçar o músculo pode fazer com que uma microlesão se transforme em um grande trauma, de acordo com a profissional.

Caso o dano não tenha sido grave, a indicação é de repouso. “Deve-se esperar algum tempo antes de retornar à atividade esportiva. Este tempo dependerá do grau da lesão e, neste sentido, a fisioterapia poderá ajudar a acelerar o processo de recuperação e reintegração do atleta à atividade”, sugere a fisiologista.

Em caso de lesões graves, deve-se dirigir imediatamente para um pronto socorro para que um médico possa analisar a gravidade. Em alguns casos, é necessária a imobilização do local afetado.

Alongamento - Segundo Natália, quando um atleta sofre um estiramento muscular não é indicado realizar o alongamento. O procedimento poderá agravar a situação.

Fonte: Matéria publicada em portal Webrun.

quinta-feira, 14 de março de 2013

FELIZ DIA MUNDIAL DO RIM! CUIDE DOS SEUS!



Os rins situam-se na parte dorsal do abdome, logo abaixo do diafragma, um de cada lado da coluna vertebral, nessa posição estão protegidos pelas últimas costelas e também por uma camada de gordura. Cada rim tem cerca de 11,25 cm de comprimento, 5 a 7,5 cm de largura e um pouco mais de 2,5 cm de espessura. A massa do rim no homem adulto varia entre 125 e 170 g; na mulher adulta, entre 115 e 155 g. Tem cor vermelho-escuro e a forma de um grão de feijão enorme.

São órgãos excretores. Possui uma cápsula fibrosa, que protege o córtex (cor amarelada) mais externo, e a medula (avermelhada) mais interna. O ureter é um tubo que conduz a urina até a bexiga. Cada rim é formado de tecido conjuntivo, que sustenta e dá forma ao órgão, e por milhares ou milhões de unidades filtradoras, os néfrons, localizados na região renal.
Néfrons

O néfrom é uma longa estrutura tubular microscópica que possui, em uma das extremidades, uma expansão em forma de taça, denominada cápsula de Bowman, que se conecta com o túbulo contorcido proximal, que continua pela alça de Henle e pelo tubo contornado distal, este desemboca em um tubo coletor. São responsáveis pela filtração do sangue e remoção das excreções.

Em cada rim, a borda interna côncava constitui o hilo renal. Pelo hilo renal passam a artéria renal, a veia renal e o início do ureter, canal de escoamento da urina. Na porção renal mais interna localizam-se tubos coletores de urina. O tipo de néfron e a localização dos rins variam.


FUNÇÃO

A função dos rins é filtrar o sangue, removendo os resíduos nitrogenados produzidos pelas células, sais e outras substâncias em excesso. Além dessa função excretora, os rins também são responsáveis pela osmorregulação em nosso organismo. Controlando a eliminação de água e sais da urina, esses órgãos mantêm a tonicidade do sangue adequada às necessidades de nossas células.

FISIOLOGIA

O sangue chega ao rim através da artéria renal, que se ramifica muito no interior do órgão, originando grande número de arteríolas aferentes, onde cada uma ramifica-se no interior da cápsula de Bowman do néfrom, formando um enovelado de capilares denominado glomérulo de Malpighi.

Os capilares do glomérulo deixam extravasar diversas substâncias presentes no sangue (água, uréia, glicose, aminoácidos, sais e diversas moléculas de tamanho pequeno), através de suas finas paredes. Essas substâncias extravasadas passam entre as células da parede da cápsula de Bowman e atingem o túbulo contorcido proximal, onde constituem o filtrado glomerular (urina inicial). O filtrado glomerular é semelhente, em composição química, ao plasma sanguíneo, com a diferença de que não possui proteínas, incapazes de atravessar os capilares glomerulares.

URINA

Diariamente passam pelos rins, quase 2 mil litros de filtrado glomerular. A urina inicial caminha sucessivamente pelo túbulo contorcido proximal, pela alça de Henle e pelo túbulo contornado distal, de onde é lançada em duto coletor. Durante o percurso, as paredes dos túbulos renais reabsorvem glicose, vitaminas, hormônios, parte dos sais e a maior parte da água que compunham a urina inicial. As substâncias reabsorvidas passam para o sangue dos capilares que envolvem o néfrom. Esses capilares originam-se da ramificação da arteríola eferente, pela qual o sangue deixa a cápsula de Bowman. A uréia, por não ser reabsorvida pelas paredes do néfrom, é a principal constituinte da urina.
Aproveitamento do filtrado glomerular

Dos 600 litros do filtrado glomerular produzido diariamente pelos rins, forma-se apenas 1,5 litro de urina, portanto, mais de 98% da água do filtrado foi reabsorvida, principalmente na região da alça de Henle.

Os capilares que reabsorvem as substâncias úteis dos túbulos renais se reúnem para formar um vaso único, a veia renal, que leva o sangue para fora do rim, em direção ao coração.

FONTE: www.webciencia.com

domingo, 27 de janeiro de 2013

Não resistiu às comidas gostosas das festas de final de ano e quer emagrecer? Reduza o consumo de cerveja, vinho e demais bebidas alcoólicas.

A maior parte das pessoas conta apenas as calorias das comidas que ingere, e se esquece das bebidas. Isso é um erro, pois as “calorias líquidas” só perdem para a gordura em questão de valor energético. A gordura tem nove calorias por grama, enquanto a mesma quantidade de álcool contém sete.

Isso quer dizer que meio litro de cerveja equivale a uma barra de chocolate, enquanto um copo de 250 ml de vinho branco tem cerca de 200 calorias – o mesmo que mais de dois biscoitos de chocolate ou um pacote de batatas fritas. Ir para o bar é quase o mesmo que ir para uma confeitaria.

O Fundo Mundial para Pesquisas de Câncer diz que subestimar as calorias das bebidas é uma das principais razões para o fracasso das dietas. A redução do álcool pode ajudar as pessoas a perderem peso, e ainda pode reduzir o risco de câncer.

Estar acima do peso é o maior fator de risco de câncer, depois de fumar. Além disso, pesquisas apontam que beber meio litro de cerveja todos os dias aumenta em cerca de 20% o risco de uma pessoa desenvolver câncer de fígado e de intestino.

Confira: " Meu diário Alimemtar by 2019".

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Obesidade não é brincadeira!


Porque abrir essa coluna falando sobre obesidade? Primeiramente porque já existem estatísticas indicando que essa doença está se tornando uma epidemia mundial. Em segundo lugar, é pelo fato de que iremos tratar futuramente sobre outras doenças, como diabetes, hipertensão, síndrome metabólica, infarto, dentre outras, que são diretamente influenciadas pelo excesso de peso e pelo estilo de vida (comorbidades).

A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, esse acúmulo pode acontecer por diversos motivos como: genética, distúrbios hormonais, má alimentação, sedentarismo, entre outros. Geralmente esses fatores não agem isoladamente, estão associados um ao outro, por exemplo: o indivíduo tem uma predisposição genética, tem hábitos alimentares inapropriados e é sedentário. Pronto! Um prato cheio para o desenvolvimento da doença.

Resumidamente podemos dizer que, na maioria das vezes, a obesidade ocorre devido a um balanço energético positivo, ou seja, durante um determinado período de tempo consome-se mais calorias do que se gasta, fazendo assim com que o corpo armazene essas calorias em forma de gordura corporal.

Mesmo sabendo da extrema importância de uma dieta balanceada e da eficiência de tratamentos medicamentosos e cirúrgicos, não vamos entrar em questões médicas e nutricionais, pois o objetivo é falar exclusivamente sobre exercício. Dentro desse aspecto, podemos frisar que é o exercício físico (orientado por um profissional de educação física e com objetivos a serem atingidos), juntamente com a atividade física (atividades de vida diária que elevam o gasto calórico, como: fazer uma faxina em casa, subir escadas, lavar o carro, etc) que vão fazer com que o gasto energético total aumente. Então a dica é: MEXER-SE! Seja lá como for, da maneira que preferir ou gostar mais, é importante começar por algo que dê prazer para que a vontade de desistir não prevaleça.

A recomendação é: exercícios aeróbios no mínimo 30 min/dia e exercícios resistidos complementando a rotina de treinos,sempre com intensidade de moderada a intensa, porém deve-se levar em consideração o estado desse aluno/cliente e suas preferências.

Convencer nossos alunos a sair do sedentarismo e encarar a situação, com o objetivo de melhorar a saúde, talvez seja um dos maiores desafios dos Profissionais da Educação Física, já que tudo hoje está ao alcance de nossas mãos. Mas não podemos desistir dessa luta! A prática de exercícios traz ao indivíduo inúmeros benefícios para a saúde (diminuição do percentual de gordura, aumento da massa magra, melhora no sistema cardiovascular), também influenciando diretamente nos aspectos psicossociais.

O importante sempre é investigar o histórico do seu aluno, saber quais foram as causas que influenciaram para que ele chegasse a esta condição, respeitá-lo acima de tudo e traçar com ele objetivos concretos, possíveis de serem alcançados, de maneira clara para que ele compreenda cada passo e cada decisão sua que foi tomada em cada situação. Explique sempre, esclareça todas as dúvidas possíveis ...

Fonte: Educação Física da Depressão.

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