quarta-feira, 25 de julho de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
Brasileiros identificam proteína que protege neurônios contra Alzheimer
Substância chamada STI1 tem papel importante na formação da memória.
Mecanismo pode levar a um novo tipo de tratamento no futuro.
Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo.
Pesquisadores brasileiros descobriram a ação de uma proteína que serve como proteção aos neurônios contra o avanço do mal de Alzheimer. Os cientistas acreditam que essa substância possa ser usada em algum tratamento futuro contra a doença, que é cada vez mais comum entre idosos e atinge principalmente a memória.
"Identificamos uma ação benéfica que pode vir a se tornar um tratamento", afirma Pedro Hirata, um dos autores do estudo, publicado na revista científica "Journal of Neurochemistry".
Hirata é ligado ao Hospital A.C. Camargo, em São Paulo, e faz intercâmbio na Universidade Western, no Canadá, onde trabalha sob orientação do também brasileiro Marco Prado.
Na pesquisa, o grupo descreveu as interações químicas de uma proteína chamada STI1. Ela é uma das responsáveis por ligar o neurônio a outras substâncias que ficam na superfície dele – por isso, a STI1 recebe o nome de "ligante".
Em cima dos neurônios, também fica uma proteína chamada príon, que funciona como um receptor de substâncias do ambiente externo. Os ligantes fazem a comunicação entre o príon e o neurônio. Essa interação é responsável por vários processos que ocorrem nas células, desde o próprio desenvolvimento delas até a formação de um neurônio funcional.
Há vários tipos de ligantes, e cada um provoca um efeito diferente. Em um trabalho recente, a mesma equipe havia mostrado que, se essa interação for feita por uma toxina capaz de atingir o sistema nervoso, os neurônios perdem a comunicação entre si e acabam morrendo. Agora, nessa pesquisa mais recente, os cientistas descobriram que a proteína STI1 protege os neurônios e tem um papel importante na formação da memória.
A ideia de um tratamento futuro, que ainda precisa ser desenvolvido em laboratório, seria usar a STI1 para blindar os neurônios. Além da proteção natural, essa proteína ainda ocuparia os espaços de ligação, dificultando a interação da toxina com as células.
"Esperamos conseguir esses dois efeitos com a proteína STI1", aponta Hirata.
Fonte: www.g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/07/brasileiros-identificam-proteina-que-protege-neuronios-contra-alzheimer.html
Mecanismo pode levar a um novo tipo de tratamento no futuro.
Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo.
Pesquisadores brasileiros descobriram a ação de uma proteína que serve como proteção aos neurônios contra o avanço do mal de Alzheimer. Os cientistas acreditam que essa substância possa ser usada em algum tratamento futuro contra a doença, que é cada vez mais comum entre idosos e atinge principalmente a memória.
"Identificamos uma ação benéfica que pode vir a se tornar um tratamento", afirma Pedro Hirata, um dos autores do estudo, publicado na revista científica "Journal of Neurochemistry".
Hirata é ligado ao Hospital A.C. Camargo, em São Paulo, e faz intercâmbio na Universidade Western, no Canadá, onde trabalha sob orientação do também brasileiro Marco Prado.
Na pesquisa, o grupo descreveu as interações químicas de uma proteína chamada STI1. Ela é uma das responsáveis por ligar o neurônio a outras substâncias que ficam na superfície dele – por isso, a STI1 recebe o nome de "ligante".
Em cima dos neurônios, também fica uma proteína chamada príon, que funciona como um receptor de substâncias do ambiente externo. Os ligantes fazem a comunicação entre o príon e o neurônio. Essa interação é responsável por vários processos que ocorrem nas células, desde o próprio desenvolvimento delas até a formação de um neurônio funcional.
Há vários tipos de ligantes, e cada um provoca um efeito diferente. Em um trabalho recente, a mesma equipe havia mostrado que, se essa interação for feita por uma toxina capaz de atingir o sistema nervoso, os neurônios perdem a comunicação entre si e acabam morrendo. Agora, nessa pesquisa mais recente, os cientistas descobriram que a proteína STI1 protege os neurônios e tem um papel importante na formação da memória.
A ideia de um tratamento futuro, que ainda precisa ser desenvolvido em laboratório, seria usar a STI1 para blindar os neurônios. Além da proteção natural, essa proteína ainda ocuparia os espaços de ligação, dificultando a interação da toxina com as células.
"Esperamos conseguir esses dois efeitos com a proteína STI1", aponta Hirata.
Fonte: www.g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/07/brasileiros-identificam-proteina-que-protege-neuronios-contra-alzheimer.html
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Elixir de inhame
O inhame é um tubérculo saboroso e muito versátil para usos culinários. Além disso, é extremamente saudável e um dos alimentos com efeitos medicinais mais eficientes que se conhece. Confira, a seguir, o que relata a escritora e jornalista Sonia Hirsch na publicação Inhame, sobre as propriedades desse rico vegetal: O inhame limpa o sangue - Faz muitas impurezas do sangue saírem através da pele, dos rins, dos intestinos. No começo do século já se usava elixir de inhame para tratar sífilis.
Fortalece o sistema imunológico - Os médicos orientais recomendam comer inhame para fortificar os gânglios linfáticos, que são os postos avançados de defesa do sistema imunológico. Curioso que a forma do inhame seja tão semelhante à dos gânglios...
Evita malária, dengue, febre amarela - A presença do inhame no sangue permite uma reação imediata à invasão do mosquito, neutralizando o agente causador da doença antes que ele se espalhe pelo corpo. Aldeias inteiras morreram de malária depois que as roças de inhame foram substituídas por outros plantios.
É mais poderoso que a batata - E tem a vantagem de ser nativo, enquanto a semente da batata é importada. Inhame dá com fartura em qualquer lugar úmido. Em vez de apodrecer na cesta, como a batata, ele brota e produz mais inhames. Nas mulheres aumenta a fertilidade porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais, importantes na menopausa e após.
Medicinal é o pequeno, cabeludo - Marronzinho por fora, com a pele variando de roxo a branco. Existem ainda o inhame do norte e o cará, maiores e mais lisos, que são muito bons para comer mas não têm o mesmo poder curativo do inhaminho (também chamado de inhame chinês).
Suas folhas parecem com as da taioba - É da mesma família; ao contrário do que se pensa, a folha do inhame também serve para comer, cozida ou refogada. Às vezes pica muito, como a taioba.
Emplastro de inhame puxa tudo - Furúnculos, quistos sebáceos, unhas encravadas, verrugas, espinhas insistentes, farpas ou cacos de vidro que entram nas mãos ou nos pés. Desinflama cicatrizes, elimina o sangue pisado de contusões, abcessos e tumores. Pode ser usado imediatamente após fraturas ou queimaduras para evitar inchaço e dor, e também em processos inflamatórios de hemorróidas, apendicites, artrites, reumatismos, sinusites, pleurisias, nevralgias, neurites, eczemas. Em caso de tumor no seio ou em outros lugares junto à pele é ótimo usar o emplastro de inhame durante uma semana antes de operar, pois ele vai aumentar esse tumor atraindo toda substância semelhante que houver no interior do corpo e evitar outros tumores. Serve ainda para baixar febres.
Fonte: Inhame - Publicação de Sonia Hirsch, jornalista, escritora, editora da Correcotia www.correcotia.com
sábado, 30 de junho de 2012
Ritalina, usos e abusos
Anna Paula Buchalla
Utilizado em larga escala nos Estados Unidos,
o remédio Ritalina experimenta um aumento de consumo surpreendente no Brasil.
O número de prescrições do medicamento, um estimulante para
o tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade,
mais que dobrou nos últimos dois anos. Só neste ano, estima-se que
será vendido 1 milhão de caixas de Ritalina, fabricado pelo laboratório
Novartis.
A principal razão desse aumento é o fato de que o diagnóstico
do distúrbio se tornou mais comum. Antes considerado um mal predominantemente
infantil, a hiperatividade passou a ser detectada também em muitos adultos.
Além disso, há quem use o medicamento simplesmente para se manter
desperto durante longas jornadas de trabalho ou estudo. E, como acontece com boa
parte dos remédios da família das anfetaminas, a Ritalina entrou
na ilegalidade. Jovens em busca de euforia química e meninas ávidas
por emagrecer estão usando o remédio sem dispor de receita médica.
Caracterizada por quadros de agitação,
impulsividade e dificuldade de concentração, a hiperatividade, nos
últimos dez anos, ganhou maior atenção de médicos,
psicólogos e pedagogos – principalmente porque se passou a creditar
ao distúrbio boa parte dos casos de mau desempenho escolar. Dispor de um
remédio como a Ritalina é um avanço inegável. Mas
o "sossega leão" tem um lado perverso: o dos excessos. Pais acusam escolas
de rotular suas crianças de hiperativas indiscriminadamente, antes mesmo
de obter um diagnóstico médico. Tudo porque os professores, segundo
esses pais, não teriam paciência, nem disposição, para
controlar crianças irrequietas – mas não necessariamente com
desequilíbrio na química cerebral – na sala de aula. Tais escolas,
por sua vez, alegam que seus professores são suficientemente treinados
para identificar o problema. Há que levar em conta, ainda, que pais impacientes
andam utilizando o diagnóstico de hiperatividade como desculpa para entupir
seus filhos de remédio e mantê-los, dessa forma, sossegados. Tanto
é assim que o medicamento foi batizado de "droga da obediência".
"É freqüente que os pais peçam aos médicos que aumentem
a dose de Ritalina ou não a interrompam durante as férias", diz
a psicóloga carioca Marise Corrêa Netto.
A hiperatividade infantil costuma aparecer entre os 3 e os 5 anos. O distúrbio
é três vezes mais comum em meninos. Pesquisas feitas nos Estados
Unidos mostraram que até um terço dos garotos em idade escolar naquele
país usa Ritalina, embora muitos deles não precisem. Um estudo recente
da Universidade Estadual de Campinas revelou que, de um grupo de crianças
diagnosticadas com hiperatividade, 23% não exibiam problemas de aprendizado.
Ou seja, provavelmente estavam sendo tratadas de um distúrbio do qual não
sofriam. Vários educadores acreditam que se rotulam muitas crianças
de hiperativas só porque elas são bagunceiras. "É preciso
tomar muito cuidado com a medicalização da educação",
diz a psicanalista carioca Christiane Vilhena, especialista em desenvolvimento
infantil.
Enquanto a polêmica segue no universo
infantil, a Ritalina vai conquistando de maneira silenciosa adeptos nas universidades.
Pressionados por provas, exames e trabalhos de faculdade, estudantes estão
trocando o tradicional café com cigarro pelo remédio. A Ritalina,
nesses casos, teria o objetivo de melhorar a concentração e diminuir
o cansaço. Seria uma espécie de anabolizante para o cérebro,
que conseguiria assim acumular mais informação em menos tempo. Um
levantamento feito na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, mostrou que
um em cada cinco estudantes da instituição já havia experimentado
a Ritalina com esse único propósito. No mercado de trabalho, ela
também entrou para o cardápio: executivos passaram a procurar no
medicamento uma forma de suportar batentes que costumam ultrapassar dez horas.
Um dos aspectos mais preocupantes do uso da Ritalina
é o recreacional. Alguns adolescentes trituram as drágeas e cheiram
o pó. Outros diluem o comprimido em água, para injetá-lo
na veia. Essas injeções, no entanto, podem causar complicações
sérias. Pequenos pedaços da pílula podem obstruir vasos sanguíneos
e levar a distúrbios pulmonares e cardiovasculares graves. Por último,
há garotas que lançam mão do remédio para emagrecer
– um dos efeitos colaterais da Ritalina, descrito na bula.
A Ritalina, nome comercial do metilfenidato, foi lançada em 1956. O efeito
paradoxal do remédio é que, embora seja um estimulante, em doses
muito precisas ele acaba por acalmar seus usuários, ao torná-los
mais concentrados – daí seu uso em crianças hiperativas. O
mecanismo de ação da Ritalina ainda não foi completamente
desvendado. Recentemente, com o auxílio de um exame de última geração,
a tomografia por emissão de pósitrons, pesquisadores conseguiram
identificar um aumento nos níveis de dopamina em homens saudáveis
que tomavam o remédio. A dopamina é uma substância produzida
no cérebro, associada à sensação de bem-estar, euforia
e estado de alerta.
Fonte: //veja.abril.com.br/271004/p_068.html
sábado, 23 de junho de 2012
O consumo excessivo de proteína na dieta pode causar insuficiência renal em indivíduos saudáveis?
O
impacto do consumo excessivo de proteína alimentar na doença renal tem sido
estudado há muitos anos, mas ainda não há evidências suficientes que comprovem
que a alta ingestão de proteína possa causar danos renais em indivíduos
saudáveis, e que, portanto, possuem um funcionamento normal dos rins.
Um
indivíduo adulto com peso normal deve ingerir 0,8 g de proteína por kg de peso
corpóreo ao dia, ou 10 a 35% do valor calórico total da dieta sob a forma de
proteína. Diversos estudos já mostraram que a alimentação do brasileiro tem
proporção de proteínas mais alta do que o recomendado.
Algumas
explicações para a possível relação entre alta ingestão de proteína e dano
renal são de que, como os rins eliminam os produtos do metabolismo da proteína
(como uréia, amônia, dentre outros resíduos nitrogenados), seu consumo elevado
pode aumentar a taxa de filtração glomerular, causando aumento da pressão
dentro dos glomérulos. Isso pode fazer com que a função renal seja prejudicada
progressivamente. Além disso, também pode haver sobrecarga do fígado, por ser o
órgão responsável pela metabolização de aminoácidos.
Apesar
disso, alguns autores acreditam que essas alterações ocorridas na função renal
devidas ao elevado consumo de proteína são adaptações fisiológicas normais do
organismo humano, certamente que dentro de um limite da capacidade renal. Um
bom exemplo é o que acontece com as gestantes, que precisam aumentar sua
ingestão calórica total, com conseqüente aumento da proteína alimentar, e como
conseqüência aumentam em 65% a taxa de filtração glomerular. Nem por isso elas
estão em risco para desenvolverem doença renal.
Mas é
importante lembrar que, mesmo não havendo comprovações científicas de danos
renais com a ingestão elevada de proteína, podem ocorrer outros problemas. Por
exemplo, quando há excesso de proteína na circulação sangüínea, esse nutriente
será degradado e depois armazenado na forma de gordura, contribuindo para o
desenvolvimento da aterosclerose e doenças cardíacas. Além disso, uma
alimentação com altas concentrações de proteínas limita a ingestão de outros
nutrientes essenciais, necessários para o organismo humano suprir a quantidade
energética diária, pois, na maioria das vezes, a dieta deixa de ter variedade
de alimentos. Outro agravante é que o consumo em excesso de proteína causa
amento da excreção de cálcio e, portanto, diminui a utilização desse mineral.
Portanto,
estudos em longo prazo precisam ser realizados para verificar essa relação,
mas, até o momento, não é necessária a restrição na ingestão de proteína em
indivíduos saudáveis. Já para indivíduos que têm a função renal debilitada, uma
dieta restrita no consumo de proteína pode ser benéfica.
Fonte: NutriTotal.
domingo, 10 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Calvície: Tratamento e Prevenção
Em mais de 95% dos casos, a perda de cabelo se deve a fatores genéticos e hormonais.
Algumas pessoas estão geneticamente predispostas à perda de cabelo quando estão expostos a um subproduto da testosterona chamado dihidrotestosterona (DHT).
Entenda a DHT
A DHT é fabricada tanto pelo organismo do homem como pelo da mulher, e se comprovou que este hormônio é o responsável pela diminuição progressiva dos folículos capilares.
Sob os efeitos repressivos da DHT, os folículos capilares se atrofiam, e a consequência é a queda do cabelo. No homem, chama-se Alopécia Androgênica.
A DHT é também a maior causa da perda de cabelo na mulher. Felizmente, o estrógeno e a progesterona protegem aos folículos capilares dos efeitos destrutivos da DHT. No entanto, muitas mulheres desenvolvem um padrão feminino de emagrecimento e perda de cabelo devido à variação dos níveis do estrógeno e o aumento da produção da DHT, o qual ocorre com a idade, ou depois da menopausa.
Lógico que o homem não chegará a usar hormônios femininos para impedir a queda de cabelo (salvo se desejar tornar-se um transsexual). Mas existem alternativas, as quais trago logo a seguir.
Importante salientar que o grau de “recuperação” depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final. Em suma, um homem que começou a perder o cabelo agora tem chance muito maior de que ele volte a crescer, do que um calvo que já está assim há anos.
O objetivo do tratamento seria fazer o cabelo crescer novamente, porém nem sempre é possível. No final o tratamento pode apenas fazer o cabelo parar de cair, e mesmo isso não é garantido.
Tratamento e Prevenção
Então vamos ao que interessa, o que você pode fazer para que a Infraero impeça a inauguração do seu aeroporto de mosquitos:
1 – Propecia
O Propecia é um dos remédios mais populares contra a queda de cabelo. Trata-se da finasterida, um inibidor androgênico. Atua inibindo a produção de DHT, e com isso, impedindo a queda de cabelo, e quiçá, gerando seu crescimento. A maioria dos especialistas concorda que atualmente é o medicamento mais efetivo.
É usado na forma de comprimidos, ingeridos diariamente, e costuma apresentar resultados após 3 meses. Por ser de administração sistêmica, ou seja, todo o organismo recebe a substância, pode estar associado a efeitos colaterais, como perda de desejo sexual.
Para atletas, é considerado doping (vide Marcão, jogador do Internacional, e Romário, do Vasco). Não pode ser utilizado por mulheres (se for o caso, claro).
2 – Rogaine
Rogaine é uma loção capilar à base de minoxidil, medicamento originalmente utilizado para controle de pressão arterial. Alguns medicamentos anti-hipertensivos agem por provocar vasodilatação, e o minoxidil também o faz.
Assim, seus efeitos, quando aplicado de forma tópica, se dão através da melhora da vascularização dos folículos atrofiados.Estudos mostraram que muitos pacientes, após o uso de Rogaine por 4 meses, duas vezes por dia, apresentam novo crescimento capilar.
O medicamento já foi até mostrado num episódio dos Simpsons, quando Homer começa um tratamento com minoxidil (chamado de dimoxinil no episódio), e passa a ostentar uma vasta cabeleira, ganhando respeito até de seu patrão, Sr. Burns. A festa acaba quando Bart quebra o frasco, o cabelo cai, e Homer perde tudo o que conseguiu quando cabeludo.
3 – Revivogen
Ainda não aprovado pelo FDA americano, o Revivogen é uma fórmula natural que contém ingredientes comprovadamente inibidores da ação da DHT.
Diferentemente do Propecia, ele também inibe a ligação da DHT ao receptor, e com a vantagem de não afetar a produção de DHT pelo resto do organismo, pois trata-se de uma loção. Pode ser utilizado por mulheres. É medicação promissora, mas ainda necessita de aprovação científica. Porém, já pode ser conseguida no Brasil.
Mas já sou careca, o que fazer?
Numa pesquisa realizada com mulheres nos EUA, foi constatado que uma careca completa é mais atraente que uma “parcial”. O pior que o cara pode fazer é tentar esconder a calvície com aquele famoso penteado pra disfarçar. Peruca então nem se fala!
Então a sugestão é: rape a careca de vez. Isso demonstra atitude e confiança. Além de ser algo que vai funcionar bem melhor do que esconder sua pista de pouso entomológica.
Importa mais pra mulherada é que você seja um careca bem cuidado. Passa a máquina e vai pra academia que é mais produtivo, já que o cabelo não volta mais.
Fonte: papodehomem.com.br
Algumas pessoas estão geneticamente predispostas à perda de cabelo quando estão expostos a um subproduto da testosterona chamado dihidrotestosterona (DHT).
Entenda a DHT
A DHT é fabricada tanto pelo organismo do homem como pelo da mulher, e se comprovou que este hormônio é o responsável pela diminuição progressiva dos folículos capilares.
Sob os efeitos repressivos da DHT, os folículos capilares se atrofiam, e a consequência é a queda do cabelo. No homem, chama-se Alopécia Androgênica.
A DHT é também a maior causa da perda de cabelo na mulher. Felizmente, o estrógeno e a progesterona protegem aos folículos capilares dos efeitos destrutivos da DHT. No entanto, muitas mulheres desenvolvem um padrão feminino de emagrecimento e perda de cabelo devido à variação dos níveis do estrógeno e o aumento da produção da DHT, o qual ocorre com a idade, ou depois da menopausa.
Lógico que o homem não chegará a usar hormônios femininos para impedir a queda de cabelo (salvo se desejar tornar-se um transsexual). Mas existem alternativas, as quais trago logo a seguir.
Importante salientar que o grau de “recuperação” depende de fatores como a idade do homem, o quanto ele já perdeu de cabelo e qual o objetivo final. Em suma, um homem que começou a perder o cabelo agora tem chance muito maior de que ele volte a crescer, do que um calvo que já está assim há anos.
O objetivo do tratamento seria fazer o cabelo crescer novamente, porém nem sempre é possível. No final o tratamento pode apenas fazer o cabelo parar de cair, e mesmo isso não é garantido.
Tratamento e Prevenção
Então vamos ao que interessa, o que você pode fazer para que a Infraero impeça a inauguração do seu aeroporto de mosquitos:
1 – Propecia
O Propecia é um dos remédios mais populares contra a queda de cabelo. Trata-se da finasterida, um inibidor androgênico. Atua inibindo a produção de DHT, e com isso, impedindo a queda de cabelo, e quiçá, gerando seu crescimento. A maioria dos especialistas concorda que atualmente é o medicamento mais efetivo.
É usado na forma de comprimidos, ingeridos diariamente, e costuma apresentar resultados após 3 meses. Por ser de administração sistêmica, ou seja, todo o organismo recebe a substância, pode estar associado a efeitos colaterais, como perda de desejo sexual.
Para atletas, é considerado doping (vide Marcão, jogador do Internacional, e Romário, do Vasco). Não pode ser utilizado por mulheres (se for o caso, claro).
2 – Rogaine
Rogaine é uma loção capilar à base de minoxidil, medicamento originalmente utilizado para controle de pressão arterial. Alguns medicamentos anti-hipertensivos agem por provocar vasodilatação, e o minoxidil também o faz.
Assim, seus efeitos, quando aplicado de forma tópica, se dão através da melhora da vascularização dos folículos atrofiados.Estudos mostraram que muitos pacientes, após o uso de Rogaine por 4 meses, duas vezes por dia, apresentam novo crescimento capilar.
O medicamento já foi até mostrado num episódio dos Simpsons, quando Homer começa um tratamento com minoxidil (chamado de dimoxinil no episódio), e passa a ostentar uma vasta cabeleira, ganhando respeito até de seu patrão, Sr. Burns. A festa acaba quando Bart quebra o frasco, o cabelo cai, e Homer perde tudo o que conseguiu quando cabeludo.
3 – Revivogen
Ainda não aprovado pelo FDA americano, o Revivogen é uma fórmula natural que contém ingredientes comprovadamente inibidores da ação da DHT.
Diferentemente do Propecia, ele também inibe a ligação da DHT ao receptor, e com a vantagem de não afetar a produção de DHT pelo resto do organismo, pois trata-se de uma loção. Pode ser utilizado por mulheres. É medicação promissora, mas ainda necessita de aprovação científica. Porém, já pode ser conseguida no Brasil.
Mas já sou careca, o que fazer?
Numa pesquisa realizada com mulheres nos EUA, foi constatado que uma careca completa é mais atraente que uma “parcial”. O pior que o cara pode fazer é tentar esconder a calvície com aquele famoso penteado pra disfarçar. Peruca então nem se fala!
Então a sugestão é: rape a careca de vez. Isso demonstra atitude e confiança. Além de ser algo que vai funcionar bem melhor do que esconder sua pista de pouso entomológica.
Importa mais pra mulherada é que você seja um careca bem cuidado. Passa a máquina e vai pra academia que é mais produtivo, já que o cabelo não volta mais.
Fonte: papodehomem.com.br
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